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Arquivo da Categoria: CTSA

Como combater as bactérias com vírus?

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Publicado por em 29 de Setembro de 2017 em Biotecnologia, CTSA, Unidade 3., Unidade 4

 

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Prémio Nobel da Medicina denuncia: “As farmacêuticas bloqueiam medicamentos que curam, porque não são rentáveis”

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Publicado por em 26 de Março de 2017 em Biotecnologia, Cientistas, CTSA, Unidade 4

 

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Uma excelente reportagem sobre mãe de aluguer na Índia

http://expresso.sapo.pt/video-indianas-sao-barrigas-de-aluguer-para-ocidentais=f542513

Outros artigos interessantes em:

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2014-08-08-clinica-tailandesa-fechada-por-suspeitas-de-pratica-ilegal-de-inseminacao-artificial

http://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2014-08-08-clinica-tailandesa-fechada-por-suspeitas-de-pratica-ilegal-de-inseminacao-artificial

 

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Moda anti-vacinas provoca surto fatal nas escolas de Los Angeles

Fonte:
http://www.sol.pt/noticia/115167

A recusa em vacinar crianças, devido a receios infundados de uma suposta relação entre as vacinas e doenças como o autismo, transformou as escolas dos bairros mais abastados de Los Angeles (EUA) em terreno fértil para a tosse convulsa.

De acordo com uma investigação do Hollywood Reporter, a taxa de vacinação dos alunos de várias escolas de Hollywood e Beverly Hills está ao nível dos valores registados no país menos desenvolvido do mundo, o Sudão do Sul.

Há estabelecimentos onde até 88% dos alunos, sobretudo crianças no pré-escolar, não receberam vacinas elementares como as que previnem a difteria, o tétano, a tosse convulsa ou a rubéola.

Esta tendência está fortemente relacionada com campanhas mediáticas protagonizadas por estrelas do cinema e da televisão, nomeadamente a apresentadora Jenny McCarthy, que apontam para a alegada existência de uma relação entre a vacinação e o autismo, a asma ou o eczema, e para o progressivo enfraquecimento do sistema imunitário das crianças vacinadas.

O movimento cresceu sobretudo a partir de 2007, e os seus proponentes citam frequentemente um estudo do médico britânico Andrew Wakefield, publicado no Lancet em 1998, que foi entretanto descredibilizado pelos seus pares.

O discurso tem colhido fortemente entre as classes alta e média-alta da Califórnia, tradicionalmente adeptas de terapias alternativas. Só as comunidades judias ultra-ortodoxas do Brooklyn, os amish do Ohio e os somalis do Minnesota vacinam menos as suas crianças que esta elite mediática.

É precisamente em Los Angeles que se situa o epicentro de um inédito surto de tosse convulsa que já vitimou três bebés. Pelo menos 72 casos foram acompanhados pelo Hospital Pediátrico de Los Angeles. “Tossem com tanta força que vomitam e fracturam costelas, acabando intubados e ventilados”, descreve o especialista de infeciologia da instituição, Jeffrey Bender, citado pelo Hollywood Reporter.

Pelo menos 8.000 casos foram diagnosticados por toda a Califórnia desde o início do ano.

Desde os anos 50 que os EUA não enfrentava um surto de tosse convulsa desta dimensão, graças a décadas de vacinação. O esforço, no entanto, parece estar agora a ser revertido pela recusa dos pais em vacinarem os filhos.

Também o número de casos de rubéola nos EUA se encontra no nível mais alto dos últimos 20 anos.

As autoridades sanitárias de Los Angeles criticam os pais que recusam vacinar os seus filhos, argumentando que não são apenas as suas crianças que ficam em perigo, mas também as dos outros pais.

 
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Publicado por em 17 de Setembro de 2014 em Acontece, Biotecnologia, CTSA, Unidade 3.

 

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Produtos de fermentações à mesa ;)

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Propriedades das especiarias

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Xeque saudita defende que conduzir danifica os ovários das mulheres. ;D

PÚBLICO 29/09/2013 – 16:58 (actualizado às 17:41)
A Arábia Saudita é o único país do mundo que proíbe as mulheres de conduzir

Saleh bin Saad al-Lohaidan, um dos religiosos conservadores mais importantes da Arábia Saudita, defendeu que a condução de automóveis pode danificar os ovários das mulheres.

“Se uma mulher conduz um carro sem que seja absolutamente necessário pode sofrer consequências psicológicas negativas, já que existem estudos médicos fisiológicos que demonstram que a condução afecta automaticamente os ovários e pressiona a pélvis para cima”, afirmou o xeque saudita. “Por isso achamos que aquelas que conduzem habitualmente têm crianças com problemas clínicos de diferentes níveis”, assegurou numa entrevista dada à publicação digital Sabq.org.

Saleh bin Saad al-Lohaidan defendeu ainda que as mulheres que desafiam a proibição de conduzir deviam privilegiar “a razão em vez do coração, emoções e paixões”. A Arábia Saudita é o único país do mundo que proíbe as mulheres de conduzir. Apesar de não exisitir uma lei específica, apenas os homens têm direito a obter carta de condução. A proibição baseia-se em fatwas (éditos) emitidos por líderes religiosos wahhabitas, corrente rigidamente puritana muito influente junto da monarquia saudita. As mulheres que forem identificadas a conduzir podem ser multadas e detidas. Na Arábia Saudita, as mulheres precisam de uma autorização por escrito do marido, pai, irmão ou mesmo do filho para sair do país, trabalhar ou até submeter-se a operações cirúrgicas.

Saleh al Luhaidan é conselheiro jurídico numa associação de psicólogos. Pode aconselhar o Governo e influenciar as políticias conservadoras do regime.

Um grupo de activistas lançou recentemente uma campanha para contestar a proibição de conduzir, pedindo às mulheres sauditas para saírem à rua com os seus próprios carros no próximo dia 26 de Outubro. O site que promove a acção está bloqueado no país desde hoje. A contestação contra a proibição é crescente e muitas mulheres partilham nas redes sociais e no YouTube imagens de si mesmas a conduzir. Manal al-Sharif, 32 anos, consultora de tecnologias de informação, divulgou em 2011 um vídeo em que conduzia e incentivava outras mulheres a aderir ao movimento Women2Drive. Acabou presa. Foi obrigada a pôr por escrito que não voltaria a conduzir e foi libertada dez dias depois de ter sito detida. Em Junho deste ano, Manal al-Sharif foi uma das convidadas das conferências TED. “Houve uma campanha de difamação organizada contra mim. Foi uma punição por me ter atrevido a desafiar as regras da sociedade”, contou. “Tornei-me numa vilã no meu país e uma heroína no estrangeiro”. Manal al-Sharif, que entretanto se tornou uma activista por esta causa, diz que lhe perguntam muitas vezes quando é que ela acha que as mulheres vão poder conduzir na Arábia Saudita. “Só se as mulheres pararem de perguntar ‘quando’?”

Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/sheik-saudita-defende-que-conduzir-danifica-os-ovarios-das-mulheres-1607478